Quem nunca teve um "amor cafajeste" pra chamar de seu levante a mão! Em maior ou menor grau, todos nós já sentimos na pele a dor do abandono, do desengano, da roubada pura e simples – tudo o que cabe num bolero. A cantora inglesa Adele que o diga! Linda, loura, chique e com uma voz que fala direto ao coração, a moça virou a mais nova sensação da música pop fazendo o que resta a qualquer mortal que leva um fora: curtir a dor de cotovelo.
Adele impregnou suas letras de todo o desencanto que vem da rejeição, do rancor que invade um coração ferido, do desalento diante do que poderia ter sido e não foi. "We could have had it all" (Poderíamos ter tido tudo) – canta ela num dos versos de "Rolling in the Deep", para depois disparar: "Think of me in the depths of your despair" (Pense em mim do fundo do seu desespero).
Ao fazer da dor remédio, Adele virou antídoto para as nossas próprias desilusões amorosas e acabou alçada ao posto de mais nova rainha do pop. Nada mal para quem foi abandonada pelo ex, que logo ficou noivo de outra e depois ainda teve a cara de pau de achar que deveria ter participação nos lucros do disco por ter sido “parte do processo criativo”.
O melhor da história é que a moça já deu a volta por cima. Em "Someone like you", ela canta: "Never mind, I'll find someone like you" (Deixa pra lá! Vou encontrar alguém como você). E encontrou! Na vida tudo passa, mesmo uma dor de amor. Nunca fiz nada momentoso para me vingar de alguém, mas confesso que já tive o gostinho de dizer a um ex-namorado que ele mereceria, no máximo, "uma nota de pé de página na minha autobiografia". Foi uma emoção e tanto!
Até hoje me lembro do sorrisinho amarelo e do olhar de incredulidade dele e da sensação libertadora que tive por estar, enfim, me reconciliando comigo mesma. Retomar as rédeas da própria vida é o primeiro passo para deixar para trás uma relação que não vale um bolero.
Fonte Site Msn
domingo, 4 de março de 2012
sexta-feira, 2 de março de 2012
domingo, 12 de fevereiro de 2012
O que a droga faz com a vida de uma pessoa...
A cantora norte- americana Whitney Houston, 48, uma das divas da música pop, morreu neste sábado em Los Angeles (EUA). Segundo informações de sua empresária Kristen Foster, ela foi encontrada morta em um hotel. As causas ainda são desconhecidas.
Whitney Houston foi encontrada inconsciente na banheira de uma suíte do quarto andar do hotel Beverly Hilton, em Beverly Hills por volta das 15h30 (21h30 no horário de Brasília).
Os paramédicos ainda tentaram reanimar a cantora por cerca de 20 minutos, mas sem sucesso. Ela foi declarada morta às 15h55, no horário local. A cantora iria participar na noite deste sábado de uma festa realizada todos os anos na véspera da cerimônia de entrega da 54ª edição do Grammy, que acontece neste domingo.
Segundo a polícia, "não havia sinais evidentes de intenção criminosa" e que a causa de sua morte está sendo investigada.
A mãe de Whitney Houston, Cissy Houston, disse que tinha falado com a filha minutos antes de ela ser encontrada morta e disse que não percebeu nada fora do normal, segundo o site "TMZ".
Whitney Houston se preparava para reaparecer no cinema no remake de "Sparkle," filme de 1976 baseado na história do grupo vocal The Supremes. Seria seu primeiro papel cinematográfico desde "Um Anjo em Minha Vida", em 1996.
CARREIRA
Houston nasceu em Newark, Nova Jersey, em 1963. Veio de uma família musical: sua mãe era cantora gospel e Dione Warwick era sua prima. A menina começou a cantar na igreja aos 11.
Em 1985, seu primeiro álbum, que levava seu nome, bateu 13 milhões de cópias, chegou ao primeiro lugar da parada, e bateu o recorde de venda na estreia de uma cantora. Foi puxado pela balada "The Greatest Love of All".
Em 1992, estrelou e cantou as músicas do filme "O Guarda Costas", sucesso mundial com Kevin Costner. A trilha trazia seu maior sucesso, "I Will Always Love You.
No mesmo ano, casou-se com o rapper Bobby Brown e entrou numa relação que frequentou as manchetes, com direito a brigas e drogas.
O jornal "The New York Times" descreve a voz da cantora como "uma das melhores vozes gospel de sua geração". "Whitney evitava os maneirismos típicos do gênero, e usava frases evangélicas com moderação. Em vez de projetar vulnerabilidade e compaixão, ela comunicava força e auto-confiança, fazendo baladas pop majestosas."
Fonte da Folha
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Bebê - Sem papel
Já havia assistido o vídeo original antes.
Mas O Itaú merece um prêmio de publicidade
por esse comercial nesse ano!
Criatividade é Tudo
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